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Outros canais de financiamento estão abertos enquanto se aguarda o início do fundo de investigação de 50 milhões de dólares do Gana, afirma um responsável oficial.

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Fundo Nacional de Investigação do Gana ainda não está totalmente operacional
Mas um alto funcionário afirma que o financiamento à investigação está disponível através de outros canais
As parcerias da SGCI também estão a reforçar o financiamento da investigação na região

Por Chioma Umeha

[LAGOS] Existem fontes de financiamento disponíveis para apoiar a inovação no Gana, apesar dos atrasos na operacionalização de um novo fundo dedicado à investigação, afirma um alto funcionário.

O governo ganense prometeu 50 milhões de dólares como capital inicial para o Fundo Nacional de Investigação do Gana (GNRF), estabelecido ao abrigo da Lei do Fundo Nacional de Investigação do Gana (Lei 1056), aprovada em 2020.

No entanto, o fundo, que apoiará a investigação nacional em instituições de ensino superior e de investigação, ainda não está operacional.

Cephas Adjei Mensah, diretor de investigação, estatística e gestão de informação no Ministério do Ambiente, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESTI) do Gana, afirmou que o governo estava, em vez disso, a desembolsar fundos através da Comissão de Ensino Superior do Gana para apoiar a investigação e o desenvolvimento.

Sem indicar quando o novo fundo de investigação começaria a atribuir subvenções, referiu que a Iniciativa dos Conselhos de Concessão de Bolsas Científicas (SGCI) incentivou ainda mais o governo a comprometer financiamento adicional para a investigação.

A SGCI é uma iniciativa multilateral criada para reforçar as capacidades institucionais das agências públicas de financiamento da ciência na África Subsariana, a fim de apoiar a investigação e as políticas baseadas em dados concretos que contribuam para o desenvolvimento económico e social.

“A SGCI reforçou o nosso envolvimento e atividade no espaço da investigação, permitindo-nos coorganizar atividades e atribuir subvenções de investigação com o compromisso de fazer mais”, afirmou Mensah, que é também o representante da SGCI no Gana.

“Assinámos iniciativas estratégicas em ciência, tecnologia e inovação, como a Parceria Estratégica Gana-Reino Unido, o Programa Gana-Coreia, o apoio através da Fundação Nacional de Investigação [da África do Sul] e vários blocos através do Conselho Global de Investigação.”

Mensah afirmou que, através da SGCI, o Gana tem colaborado com outros conselhos, nomeadamente na Costa do Marfim, Tanzânia, Uganda e Zâmbia.

Referiu que a SGCI deu apoio técnico e financeiro para estabelecer o Fundo Nacional de Investigação do Gana e ajudou a melhorar os mecanismos de recolha de dados para indicadores de investigação e inovação.

“E temos acesso gratuito a especialistas de craveira mundial no estabelecimento do Conselho Consultivo Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e da Agência Nacional de Coordenação de Inovações no Gana”, acrescentou Mensah.

Em novembro do ano passado, o Fundo Nacional de Investigação do Quénia (NRF-KE) acolheu o fórum anual de 2023 da SGCI, onde os membros do conselho destacaram como a SGCI está a fazer a diferença nos sistemas de gestão de investigação dos conselhos.

Wilfred Dennis, diretor principal de investigação, estatística e gestão de informação no MESTI, afirma que a SGCI está a ajudar a acelerar o sistema científico do Gana, apoiando a investigação e o desenvolvimento de novas tecnologias, produtos e serviços para melhorar a vida e o sustento das pessoas.

“As histórias de sucesso de vários fóruns da SGCI e as sessões de formação periódicas da equipa de gestão da iniciativa e das agências técnicas colaboradoras estão a desempenhar um papel importante ao estimular o MESTI a apresentar argumentos sólidos para que o governo operacionalize o GNRF”, acrescentou Dennis.

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