{"id":24289,"date":"2024-09-26T16:16:02","date_gmt":"2024-09-26T15:16:02","guid":{"rendered":"https:\/\/sgciafrica.org\/plantas-para-combater-a-leishmaniose\/"},"modified":"2025-07-04T10:20:51","modified_gmt":"2025-07-04T09:20:51","slug":"plantas-para-combater-a-leishmaniose","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sgciafrica.org\/pt\/plantas-para-combater-a-leishmaniose\/","title":{"rendered":"Plantas para combater a leishmaniose"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Por: Issiaka N&#8217;Guessan<\/strong><\/h4>\n\n<p><em>Este artigo foi produzido com o apoio da Iniciativa das Ag\u00eancias de Financiamento da Ci\u00eancia (SFAI).<\/em><\/p>\n\n<p>[As plantas medicinais s\u00e3o suscept\u00edveis de desempenhar um papel importante no tratamento da leishmaniose. S\u00e3o estas as conclus\u00f5es de um estudo realizado por investigadores da Costa do Marfim. <\/p>\n\n<p>Intitulado &#8220;Avalia\u00e7\u00e3o in vitro da atividade anti-leishmania de um certo n\u00famero de plantas medicinais da Costa do Marfim&#8221;, o objetivo do estudo era &#8220;procurar na flora da Costa do Marfim plantas medicinais capazes de matar o parasita da leishmaniose em cultura in vitro&#8221;, explica Roland Gueyraud Kipr\u00e9, <a href=\"https:\/\/www.scidev.net\/afrique-sub-saharienne\/enterprise\/rd\/\">investigador<\/a> principal do laborat\u00f3rio de biologia e <a href=\"https:\/\/www.scidev.net\/afrique-sub-saharienne\/health\/\">sa\u00fade<\/a> da Universidade F\u00e9lix Houphou\u00ebt-Boigny, em Abidjan, e coordenador do grupo de investigadores.<\/p>\n\n<p>De uma vintena de plantas medicinais estudadas, os investigadores conseguiram identificar tr\u00eas plantas cujos princ\u00edpios activos &#8220;mostraram uma atividade promissora contra a leishmania major, respons\u00e1vel pela leishmaniose cut\u00e2nea, e contra a leishmania donovani, respons\u00e1vel pela leishmaniose visceral&#8221;, afirma o investigador, que \u00e9 tamb\u00e9m especialista em farmacologia das subst\u00e2ncias naturais.<\/p>\n\n<p>De acordo com o investigador, a leishmaniose \u00e9 considerada uma <a href=\"https:\/\/www.scidev.net\/afrique-sub-saharienne\/health\/disease\/\">doen\u00e7a<\/a> \u00f3rf\u00e3. Por isso, poucas<a href=\"https:\/\/www.scidev.net\/afrique-sub-saharienne\/enterprise\/\">empresas<\/a> farmac\u00eauticas levam em considera\u00e7\u00e3o a busca de novas mol\u00e9culas, devido \u00e0 baixa incid\u00eancia da doen\u00e7a nos pa\u00edses do Norte. O estudo, salienta, foi realizado para colmatar esta lacuna.  <\/p>\n\n<p>Este estudo pode tamb\u00e9m fornecer &#8220;valida\u00e7\u00e3o cient\u00edfica do conhecimento emp\u00edrico dos praticantes tradicionais da Costa do Marfim, integrando assim o conhecimento tradicional na ci\u00eancia moderna. Em termos m\u00e9dicos, as op\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas s\u00e3o limitadas e muitas vezes dispendiosas. As plantas medicinais podem oferecer alternativas mais acess\u00edveis e potencialmente menos dispendiosas&#8221;, afirma Roland Kipr\u00e9.<\/p>\n\n<p>Al\u00e9m disso, &#8220;os medicamentos actuais para a leishmaniose podem ter efeitos secund\u00e1rios significativos. Os tratamentos \u00e0 base de plantas podem oferecer op\u00e7\u00f5es com menos efeitos secund\u00e1rios. Os compostos activos identificados podem ser desenvolvidos em medicamentos ap\u00f3s ensaios cl\u00ednicos, contribuindo para a luta contra este parasita&#8221;, acrescenta o investigador.<\/p>\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Alternativa<\/strong><\/h4>\n\n<p>De acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS), a leishmaniose \u00e9 causada por um protozo\u00e1rio parasita do g\u00e9nero Leishmania, transmitido pela picada de f\u00eameas de mosquito da areia infectadas.<\/p>\n\n<p>Existem tr\u00eas formas principais de leishmaniose: visceral (a mais grave, pois \u00e9 quase sempre fatal), cut\u00e2nea (a mais comum, causando geralmente \u00falceras na pele) e mucocut\u00e2nea (que afecta a boca, o nariz e a garganta). Estima-se que ocorram entre 700.000 e um milh\u00e3o de novos casos todos os anos. <\/p>\n\n<p>A OMS salienta que disp\u00f5e de poucas informa\u00e7\u00f5es epidemiol\u00f3gicas para a \u00c1frica Ocidental. No entanto, Paul Aboa Koffi, coordenador do Programa Nacional de Controlo da \u00dalcera de Buruli, afirma que os trabalhos realizados por um grupo de investigadores da Universidade de Bouak\u00e9 mostram que a leishmaniose \u00e9 end\u00e9mica na <a href=\"https:\/\/www.scidev.net\/afrique-sub-saharienne\/?s=C%C3%B4te+d%27Ivoire\">Costa do Marfim<\/a>. <\/p>\n\n<p>Para o coordenador, o tratamento desta doen\u00e7a com plantas medicinais pode, portanto, ser uma alternativa ao tratamento oferecido pela medicina moderna.<\/p>\n\n<p>&#8220;Na Costa do Marfim, existe um programa de promo\u00e7\u00e3o da medicina tradicional&#8230; \u00c9 \u00f3bvio que se trata de uma alternativa. N\u00e3o podemos confiar apenas na medicina moderna para resolver todos os nossos problemas. Estamos conscientes de que este \u00e9 um aspeto que devemos ter em conta&#8221;, afirma.<\/p>\n\n<p>Norbert N&#8217;goran Dj\u00e8, coordenador do Programa Nacional de Luta contra as Doen\u00e7as Tropicais Negligenciadas (DTN), fez eco desta opini\u00e3o, sublinhando que h\u00e1 esperan\u00e7a no tratamento de certas doen\u00e7as tropicais negligenciadas com recurso a plantas medicinais.<\/p>\n\n<p>&#8220;At\u00e9 agora, os medicamentos utilizados vinham da farm\u00e1cia. Agora que as plantas medicinais est\u00e3o a ser desenvolvidas, \u00e9 disso que estamos \u00e0 espera. E h\u00e1 uma esperan\u00e7a real [&#8230;] Foi estabelecida uma colabora\u00e7\u00e3o para que possamos utilizar estas plantas medicinais, e esperamos de bra\u00e7os abertos estas descobertas e a utiliza\u00e7\u00e3o destas plantas contra as DTN&#8221;, garante.<\/p>\n\n<p>Abel Adjet, soci\u00f3logo da sa\u00fade, considera que o trabalho coordenado por Roland Gueyraud Kipr\u00e9 \u00e9 &#8220;digno de louvor e pode contribuir para o tratamento da leishmaniose&#8221;. No entanto, o soci\u00f3logo insiste que a investiga\u00e7\u00e3o sobre os tratamentos \u00e0 base de plantas medicinais deve ser objeto de um rigor cient\u00edfico. <\/p>\n\n<p>&#8220;O trabalho emp\u00edrico dos naturopatas precisa de ser submetido a um crivo cient\u00edfico para que os resultados desse trabalho possam corresponder a normas. Sabemos que a medicina, mesmo a chamada medicina moderna, \u00e9 toda ela codificada, obedece a determinadas normas. Portanto, os produtos derivados da medicina tradicional atrav\u00e9s dos naturopatas merecem ser submetidos ao crivo cient\u00edfico, mas em colabora\u00e7\u00e3o com os naturoterapeutas que s\u00e3o os detentores desse saber&#8221;, defende.<\/p>\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ensaios cl\u00ednicos<\/strong><\/h4>\n\n<p>O estudo realizado por Roland Kipr\u00e9 e a sua equipa foi financiado pelo Fundo para a Ci\u00eancia, a <a href=\"https:\/\/www.scidev.net\/afrique-sub-saharienne\/enterprise\/technology\/\">Tecnologia<\/a> e a<a href=\"https:\/\/www.scidev.net\/afrique-sub-saharienne\/enterprise\/innovation\/\">Inova\u00e7\u00e3o<\/a> (FONSTI), no \u00e2mbito da Iniciativa das Ag\u00eancias de Subven\u00e7\u00e3o \u00e0 Investiga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica (SRGI). O especialista em farmacologia das subst\u00e2ncias naturais afirma que este apoio financeiro mostra que as suas &#8220;linhas de investiga\u00e7\u00e3o s\u00e3o de interesse para o governo&#8221;. <\/p>\n\n<p>O investigador acrescenta que <a href=\"https:\/\/www.scidev.net\/afrique-sub-saharienne\/enterprise\/funding\/\">o financiamento da<\/a> investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica num pa\u00eds em desenvolvimento como a Costa do Marfim \u00e9 crucial para promover o progresso tecnol\u00f3gico, econ\u00f3mico e social.<\/p>\n\n<p>&#8220;O governo deveria fazer da investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica uma prioridade nacional, atribuindo uma parte substancial do seu or\u00e7amento \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o e ao desenvolvimento&#8230;&#8221;, defende.<\/p>\n\n<p>Segundo Roland Kipr\u00e9, a pr\u00f3xima etapa do trabalho \u00e9 a formula\u00e7\u00e3o gal\u00e9nica de fito-medicamentos para o tratamento da leishmaniose. &#8220;Isso significa que vamos passar para os ensaios cl\u00ednicos&#8221;, diz. Para tal, tenciona submeter o projeto ao concurso de projectos FONSTI 2024.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Issiaka N&#8217;Guessan Este artigo foi produzido com o apoio da Iniciativa das Ag\u00eancias de Financiamento da Ci\u00eancia (SFAI). [As plantas medicinais s\u00e3o suscept\u00edveis de desempenhar um papel importante no tratamento da leishmaniose. S\u00e3o estas as conclus\u00f5es de um estudo realizado por investigadores da Costa do Marfim. 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