{"id":23578,"date":"2025-03-28T16:33:09","date_gmt":"2025-03-28T16:33:09","guid":{"rendered":"https:\/\/sgciafrica.org\/projeto-alimentar-namibiano-visa-culturas-ricas-em-proteinas\/"},"modified":"2026-02-12T15:53:29","modified_gmt":"2026-02-12T15:53:29","slug":"projeto-alimentar-namibiano-visa-culturas-ricas-em-proteinas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sgciafrica.org\/pt\/projeto-alimentar-namibiano-visa-culturas-ricas-em-proteinas\/","title":{"rendered":"Projeto alimentar namibiano visa culturas ricas em prote\u00edna"},"content":{"rendered":"\n<p>[NAM\u00cdBIA] A falta de prote\u00edna \u00e9 um dos principais fatores que contribuem para a <a href=\"https:\/\/www.scidev.net\/global\/health\/nutrition\/\">subnutri\u00e7\u00e3o<\/a> em pa\u00edses de baixo e m\u00e9dio rendimento, onde a alimenta\u00e7\u00e3o de muitas pessoas depende fortemente de culturas b\u00e1sicas.<\/p>\n\n<p>Para enfrentar este problema na Nam\u00edbia, investigadores iniciaram um projeto de alimenta\u00e7\u00e3o e nutri\u00e7\u00e3o para formar agricultores na utiliza\u00e7\u00e3o de um biofertilizante para produzir leguminosas enriquecidas em prote\u00edna.<\/p>\n\n<p>O projeto, liderado por investigadores da <a href=\"https:\/\/www.nust.na\/\">Namibia University of Science and Technology<\/a>, apresenta a pequenos <a href=\"https:\/\/www.scidev.net\/global\/agriculture\/farming\/\">agricultores<\/a> da comunidade de Mayana, na regi\u00e3o de Kavango East, t\u00e9cnicas de <a href=\"https:\/\/www.scidev.net\/global\/enterprise\/biotechnology\/\">biotecnologia<\/a>, com o objetivo de responder a desafios cr\u00edticos na produtividade agr\u00edcola e na nutri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n<p>Natilia Rengi, agricultora da comunidade, em tempos teve dificuldades em produzir alimentos suficientes para a sua fam\u00edlia de 12 pessoas, mas viu as colheitas aumentarem desde que adotou o biofertilizante.<\/p>\n\n<p>\u201cN\u00e3o costum\u00e1vamos cultivar tanto\u201d, afirma.<\/p>\n\n<p>\u201c[Mas] posso dizer com orgulho que agora colhemos o suficiente para alimentar a nossa fam\u00edlia.\u201d<\/p>\n\n<p>Para Rengi, o projeto significa a diferen\u00e7a entre lutar para sustentar a sua grande fam\u00edlia e conseguir aliment\u00e1-la com refei\u00e7\u00f5es nutritivas.<\/p>\n\n<p>A sua hist\u00f3ria \u00e9 uma entre muitas na regi\u00e3o, onde os agricultores est\u00e3o a registar melhorias na produ\u00e7\u00e3o alimentar e nos seus meios de subsist\u00eancia gra\u00e7as a esta iniciativa, financiada pela <a href=\"https:\/\/sgciafrica.org\/pt\/\">Science Granting Councils Initiative<\/a>.<\/p>\n\n<p>Segundo Oswald Mughongora, respons\u00e1vel s\u00e9nior de programa para a gest\u00e3o de subven\u00e7\u00f5es na Comiss\u00e3o Nacional de Investiga\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Tecnologia da Nam\u00edbia, o programa est\u00e1 alinhado com os objetivos mais amplos do pa\u00eds em mat\u00e9ria de agricultura inteligente face ao clima e integra\u00e7\u00e3o de conhecimentos ind\u00edgenas.<\/p>\n\n<p>O projeto, denominado Food Security and Nutrition Improvement through Protein-Rich Legume and Low-Cost Biotechnology in Namibia (FOODSECBIO), come\u00e7ou em 2021 e est\u00e1 previsto ser conclu\u00eddo at\u00e9 julho de 2025.<\/p>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-five-biofertilisers\"><strong>Cinco biofertilizantes<\/strong><\/h2>\n\n<p>\u201cUm dos principais resultados desta iniciativa \u00e9 o desenvolvimento de um biofertilizante produzido localmente\u201d, afirma Mughongora.<\/p>\n\n<p>Segundo ele, o projeto ajuda a responder a quest\u00f5es de fertilidade do solo, bem como a preocupa\u00e7\u00f5es relacionadas com a subnutri\u00e7\u00e3o e a <a href=\"https:\/\/www.scidev.net\/global\/agriculture\/food-security\/\">seguran\u00e7a alimentar<\/a> na Nam\u00edbia.<\/p>\n\n<p>Percy Chimwamurombe, investigador principal do projeto na Namibia University of Science and Technology, refere que a sua equipa desenvolveu cinco biofertilizantes. Come\u00e7aram por identificar as bact\u00e9rias mais adequadas para promover o crescimento. <\/p>\n\n<p>Os investigadores isolaram bact\u00e9rias do ambiente do solo de plantas leguminosas e selecionaram, em laborat\u00f3rio, as bact\u00e9rias com caracter\u00edsticas promotoras do crescimento das plantas.<\/p>\n\n<p>\u201cInteress\u00e1vamo-nos sobretudo pela sua capacidade de fixa\u00e7\u00e3o de azoto\u201d, afirma Chimwamurombe.<\/p>\n\n<p>Cerca de 30 agricultores j\u00e1 receberam forma\u00e7\u00e3o sobre como utilizar os biofertilizantes. Os agricultores tamb\u00e9m foram formados em m\u00e9todos de produ\u00e7\u00e3o para feij\u00e3o-frade, milho-pain\u00e7o e feij\u00e3o bambara, todos ricos em prote\u00edna, e sobre como produzir farinhas de milho-pain\u00e7o enriquecidas em prote\u00edna para alimentar beb\u00e9s. <\/p>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-effective-farming\"><strong>Agricultura eficaz<\/strong><\/h2>\n\n<p>Sofia Kamburu, agricultora de 34 anos, afirma que alargou as suas culturas para incluir feij\u00e3o, milho-pain\u00e7o, amendoim e feij\u00e3o bambara.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"393\" height=\"700\" src=\"https:\/\/sgciafrica.org\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/March28Outcome_of_the_fields_after_the_biofertilser_test_BODY.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-22897\" srcset=\"https:\/\/sgciafrica.org\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/March28Outcome_of_the_fields_after_the_biofertilser_test_BODY.jpg 393w, https:\/\/sgciafrica.org\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/March28Outcome_of_the_fields_after_the_biofertilser_test_BODY-168x300.jpg 168w\" sizes=\"auto, (max-width: 393px) 100vw, 393px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Resultado dos campos ap\u00f3s o teste do biofertilizante.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>\u201cAprendemos a planear e quando plantar, consoante as diferentes esta\u00e7\u00f5es\u201d, afirma.<\/p>\n\n<p>\u201cNo passado, depend\u00edamos de boas chuvas em novembro e dezembro; no entanto, este ano prepar\u00e1mos os nossos campos antes da \u00e9poca das chuvas, aguardando as chuvas em janeiro para uma melhor germina\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n\n<p>A ado\u00e7\u00e3o de biofertilizantes e de t\u00e9cnicas melhoradas de prepara\u00e7\u00e3o do solo refor\u00e7ou os seus conhecimentos agr\u00edcolas, acrescenta.<\/p>\n\n<p>Alta Ngoma, 30 anos, esteve desempregada durante tr\u00eas anos quando aprendeu novas compet\u00eancias de colheita atrav\u00e9s do projeto. Espera agora vir a cultivar o seu pr\u00f3prio campo no futuro. <\/p>\n\n<p>\u201cEste projeto mudou completamente a minha vida\u201d, afirma Ngoma.<\/p>\n\n<p>\u201cAntes, n\u00e3o tinha rendimento nem experi\u00eancia. Muitas vezes t\u00ednhamos dificuldade em comprar fuba de milho, que custava cerca de 150 d\u00f3lares namibianos [US$8,3] por um saco de dez quilos. <\/p>\n\n<p>Desde outubro, Ngoma tem vindo a obter um rendimento, o que lhe permite pagar as propinas escolares do seu filho.<\/p>\n\n<p>Outra agricultora, Apolionia Kavahu, afirma: \u201cAprendemos a cultivar de forma eficaz. Cheguei a duvidar que algu\u00e9m pudesse ganhar a vida com a agricultura, mas agora tamb\u00e9m podemos ensinar os nossos filhos a faz\u00ea-lo melhor no futuro.\u201d<\/p>\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-child-malnutrition\"><strong>Subnutri\u00e7\u00e3o infantil<\/strong><\/h2>\n\n<p>Chimwamurombe acredita que o projeto FOODSECBIO poder\u00e1 desempenhar um papel importante ao disponibilizar alternativas nutricionais para combater a subnutri\u00e7\u00e3o infantil no pa\u00eds.<\/p>\n\n<p>Est\u00e1 confiante de que a defici\u00eancia de prote\u00edna \u00e9 um problema que este projeto pode superar, se todas as partes interessadas se unirem em torno da quest\u00e3o.<\/p>\n\n<p>A primeira doutorada da Nam\u00edbia em melhoramento de plantas, Lydia Horn, sublinha que a disponibilidade de sementes \u00e9 importante para promover a seguran\u00e7a alimentar e combater a fome.<\/p>\n\n<p>Afirma: \u201cPodem ser criados empregos e a seguran\u00e7a alimentar pode ser melhorada disponibilizando sementes a um pre\u00e7o baixo, para que todos possam cultivar os seus alimentos.\u201d<\/p>\n\n<p><em>Este artigo foi escrito por Charlotte Nambadja<\/em>.<\/p>\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[NAM\u00cdBIA] A falta de prote\u00edna \u00e9 um dos principais fatores que contribuem para a subnutri\u00e7\u00e3o em pa\u00edses de baixo e m\u00e9dio rendimento, onde a alimenta\u00e7\u00e3o de muitas pessoas depende fortemente de culturas b\u00e1sicas. 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Copyright: Georgina Smith \\\/ CIAT (CC BY-NC-SA 2.0)\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/sgciafrica.org\\\/pt\\\/projeto-alimentar-namibiano-visa-culturas-ricas-em-proteinas\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/sgciafrica.org\\\/pt\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Projeto alimentar namibiano visa culturas ricas em prote\u00edna\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/sgciafrica.org\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/sgciafrica.org\\\/\",\"name\":\"SGCI Africa\",\"description\":\"\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/sgciafrica.org\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/sgciafrica.org\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/sgciafrica.org\\\/#organization\",\"name\":\"SGCI Africa\",\"url\":\"https:\\\/\\\/sgciafrica.org\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/sgciafrica.org\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/sgciafrica.org\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2024\\\/12\\\/SGCI_Logo_Secondary_Large.png\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/sgciafrica.org\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2024\\\/12\\\/SGCI_Logo_Secondary_Large.png\",\"width\":3888,\"height\":1080,\"caption\":\"SGCI Africa\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/sgciafrica.org\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/x.com\\\/SGCIAfrica\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/sgciafrica.org\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/428f9ad4d83bdadcb2d6d2110d2fcf92\",\"name\":\"Davis Weddi\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/sgciafrica.org\\\/wp-content\\\/wphb-cache\\\/gravatar\\\/e61\\\/e6106b7cc637f81191024d3ee67d2d36x96.jpg\",\"url\":\"https:\\\/\\\/sgciafrica.org\\\/wp-content\\\/wphb-cache\\\/gravatar\\\/e61\\\/e6106b7cc637f81191024d3ee67d2d36x96.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/sgciafrica.org\\\/wp-content\\\/wphb-cache\\\/gravatar\\\/e61\\\/e6106b7cc637f81191024d3ee67d2d36x96.jpg\",\"caption\":\"Davis Weddi\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/sgciafrica.org\\\/pt\\\/author\\\/davisweddi\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO Premium plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Projeto alimentar namibiano visa culturas ricas em prote\u00edna - 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